Pra você que pensa assim: Ah o Byakuya posta pouca coisa da Nintendo, o blog dele é um lixo,Byakuya isso, Byakuya akilo, ai pra voces o blog do meu amigo EXCLUSIVAMENTE da Nintendo. Se vcs acham que o meu blog tá pobre em relação a isso, vai pra esse aki:
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sábado, 3 de julho de 2010
Donkey Kong Country Returns - Wii
Desenvolvido originalmente pela Rare, a mesma de GoldenEye 007 e Banjo-Kazooie, Donkey Kong Country colocou o bom e velho Donkey Kong — o antigo rival de Mario, então conhecido como Jumpman — e seu sobrinho Diddy Kong em uma incrível aventura para recuperar seu estoque de bananas roubado pelo insidioso King K. Rool.
O jogo foi lançado em 1994 acompanhado de uma intensa campanha de marketing e em pouco tempo somou mais de 8 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, tornando-se o título avulso do SNES — que não era vendido em conjunto com o console — mais vendido de todos os tempos.
Por isso não foi nenhuma surpresa ver a comoção da plateia durante a coletiva de imprensa da Nintendo na última Electronic Entertainment Expo, quando a empresa confirmou o retorno da aclamada franquia Donkey Kong Country.
Desta vez o trabalho fica por conta da Retro Studios, a mesma equipe responsável pela série Metroid Prime do GameCube e Wii. Apesar de os títulos não possuírem muita afinidade uma coisa é inegável, a Retro Studios oferece uma compreensão ímpar do hardware da Nintendo — haja vista a qualidade dos gráficos de Metroid Prime 3: Corruption — e Donkey Kong Country Returns tira muito proveito dessa intimidade.
As primeiras demonstrações do título realizadas na E3 2010 mostraram um jogo com gráficos de alta qualidade, com belos efeitos de luz e animações bem detalhadas. DKCR ainda não estreou, mas já é um dos mais belos jogos do Nintendo Wii.
Bem-vindo à selva
Durante a famosa feira de entretenimento eletrônico foi possível conferir os quatro estágios iniciais do jogo: Jungle Hijinx, Poppin' Planks, Rickety Rails e Mugly's Mound. Pelo que foi apresentado a jogabilidade permanece a mesma consagrada nos outros três títulos da linha Donkey Kong Country.
Portanto você já pode ir se preparando para muitos saltos, barris, bananas e inimigos. Todos os poderes de Donkey Kong são ativados por movimentos do Wiimote e variam de acordo com a situação do personagem — assim, quando Donkey Kong está parado e você balança o controle ele soca o chão, ou se o gorilão estiver andando, ele vai rolar pelo cenário.
As seções de plataforma são bem elaboradas. Você contará com a ajuda de Diddy Kong, que pula na sua garupa e faz com que você plane por alguns segundos, arremesse barris para eliminar vários oponentes de uma só vez ou ainda soque o chão para desbloquear áreas e itens secretos.
O objetivo principal ainda é chegar ao final de cada fase. Porém os níveis estão repletos de objetivos secundários. Você receberá pontos extras ao encontrar itens escondidos, como as tradicionais letras K, O, N e G. Também existem estágios bônus que devem ser desbloqueados ao longo de cada fase.
Donkey Kong Country Returns tem tudo para superar o original, aliando a dinâmica que consagrou a série com as novas possibilidades da sétima geração de consoles. O jogo ainda não tem data de estreia definida, mas tudo indica que o título chega em novembro.
O jogo foi lançado em 1994 acompanhado de uma intensa campanha de marketing e em pouco tempo somou mais de 8 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, tornando-se o título avulso do SNES — que não era vendido em conjunto com o console — mais vendido de todos os tempos.
Por isso não foi nenhuma surpresa ver a comoção da plateia durante a coletiva de imprensa da Nintendo na última Electronic Entertainment Expo, quando a empresa confirmou o retorno da aclamada franquia Donkey Kong Country.
Desta vez o trabalho fica por conta da Retro Studios, a mesma equipe responsável pela série Metroid Prime do GameCube e Wii. Apesar de os títulos não possuírem muita afinidade uma coisa é inegável, a Retro Studios oferece uma compreensão ímpar do hardware da Nintendo — haja vista a qualidade dos gráficos de Metroid Prime 3: Corruption — e Donkey Kong Country Returns tira muito proveito dessa intimidade.
As primeiras demonstrações do título realizadas na E3 2010 mostraram um jogo com gráficos de alta qualidade, com belos efeitos de luz e animações bem detalhadas. DKCR ainda não estreou, mas já é um dos mais belos jogos do Nintendo Wii.
Bem-vindo à selva
Durante a famosa feira de entretenimento eletrônico foi possível conferir os quatro estágios iniciais do jogo: Jungle Hijinx, Poppin' Planks, Rickety Rails e Mugly's Mound. Pelo que foi apresentado a jogabilidade permanece a mesma consagrada nos outros três títulos da linha Donkey Kong Country.
Portanto você já pode ir se preparando para muitos saltos, barris, bananas e inimigos. Todos os poderes de Donkey Kong são ativados por movimentos do Wiimote e variam de acordo com a situação do personagem — assim, quando Donkey Kong está parado e você balança o controle ele soca o chão, ou se o gorilão estiver andando, ele vai rolar pelo cenário.
As seções de plataforma são bem elaboradas. Você contará com a ajuda de Diddy Kong, que pula na sua garupa e faz com que você plane por alguns segundos, arremesse barris para eliminar vários oponentes de uma só vez ou ainda soque o chão para desbloquear áreas e itens secretos.
O objetivo principal ainda é chegar ao final de cada fase. Porém os níveis estão repletos de objetivos secundários. Você receberá pontos extras ao encontrar itens escondidos, como as tradicionais letras K, O, N e G. Também existem estágios bônus que devem ser desbloqueados ao longo de cada fase.
Donkey Kong Country Returns tem tudo para superar o original, aliando a dinâmica que consagrou a série com as novas possibilidades da sétima geração de consoles. O jogo ainda não tem data de estreia definida, mas tudo indica que o título chega em novembro.
Castlevania: Lords of Shadow - PS3
Quando um colosso das proporções da franquia Castlevania se rende à fórmula forjada por pioneiros como Devil May Cry e God of War, fica claro que se tem uma nova escola de jogos de pancadaria. Não que Lords os Shadow, empreitada da Mercury Steam supervisionada pela Kojima Productions, seja realmente uma cópia. Mas que o jogo transpira GoW e afins, isso transpira.
Para quem andava meio desatualizado, aí vai um breve resumo sobre o status atual da produção da Konami. Em primeiro lugar, a ideia de fazer um remake do primeiro Castlevania lançado para Nintendinho foi definitivamente abandonada. Agora Castlevania: Lords of Shadow será um típico hack ‘n’ slash em 3D, com câmera de jogo fixa — para “pegar todas as cenas do melhor ângulo possível”, segundo a desenvolvedora —, mini games contextuais e diversos combos.
Mas a última edição da E3 (Electronic Entertainment Expo) permitiu que se apurassem mais algumas características do retorno triunfal de Castlevania. Em particular, as novas habilidades de combate do mais recente membro do clã Belmont, o ressentido Gabriel.
As armas de Gabriel Belmont
Além do tradicional chicote, Gabriel lança mão de outras armas eventuais para levar a cabo sua vingança contra as forças das trevas. Você vai poder catar qualquer coisa deixada por um inimigo caído, como uma adaga — não muito efetiva contra inimigos maiores, mas bastante útil contra aquele tipinho genérico que surge aos montes.
Mas, além das armas propriamente ditas, também será possível agarrar o próprio inimigo para arremessá-lo ao chão em uma lustrosa animação. Basta pressionar o gatilho direito, esperar que alguns círculos carreguem em volta do personagem, e disparar o movimento. Bem, seja lá a forma que você decida utilizar para despachar um adversário, uma vez que ele esteja no chão, Gabriel ganhará pontos para gastar em novos ataques e habilidades adicionais.
Um quê de God of War
Embora a Mercury Steam relute em reconhecer, Lords of Shadow de fato utiliza uma matriz de combates bastante parecida com o que qualquer fã de God of War conhece há vários anos. A mesma jogabilidade simples e intuitiva, embora com algumas diferenças. Basicamente, você terá dois botões de ataque, forte e fraco, com diversas combinações possíveis — gerando uma série de combos, inclusive aéreos.
Também existem diversas manobras de defesa e evasão. Segurar o botão de bloqueio e direcionar Gabriel fará com que ele role, evitando o ataque. Entretanto, caso você tenha o timing apropriado, o negócio é pressionar o bloqueio no exato momento do ataque: isso vai disparar um oportuno contra-ataque.
Caso a coisa acabe ficando realmente feia, basta sair à cata de uma das estátuas que recarregam parcialmente a barra de saúde do protagonista — embora elas sejam particularmente raras na demonstração revelada durante a E3. Por fim, a câmera constantemente afixada em uma parte específica do cenário revela uma orientação cinematográfica também bastante familiar. Tanto GoW quanto Dante’s Inferno já fizeram uso desse recurso.
Cuidado com o cão demoníaco!
A demonstração da E3 também trouxe um imenso cão infernal, egresso ilustre da mitologia nórdica — são os chamados “wargs”. A besta surge mandando tudo pelos ares em um pequeno vilarejo, e a resistência dos aldeões parece completamente incapaz de segurá-la. Afinal, eles não têm um chicote... Mas você sim!
Entretanto, nada de utilizar os mesmos ataques simples e diretos que valiam para os inimigos maiores. A criatura só vai ao chão depois de uma série de combos e evasivas — alguns ataques são completamente indefensáveis. Bem, isso e — o que não poderia faltar — alguns mini games de contexto.
A demonstração também serviu para se ter uma ideia do nível de detalhamento gráfico que deve acompanhar a versão terminada do novo Castlevania. Quer dizer, caso a narrativa de Sir Patrick Stewart — sim, ele é oficialmente um cavaleiro — não seja suficiente para convencê-lo, os efeitos de chuva e as animações faciais talvez o façam, certo? De fato, LoS está bem bonito.
Castlevania: Lords of Shadow tem lançamento previsto para o terceiro trimestre deste ano. Aguarde novidades aqui no Baixaki Jogos. See ya!
Para quem andava meio desatualizado, aí vai um breve resumo sobre o status atual da produção da Konami. Em primeiro lugar, a ideia de fazer um remake do primeiro Castlevania lançado para Nintendinho foi definitivamente abandonada. Agora Castlevania: Lords of Shadow será um típico hack ‘n’ slash em 3D, com câmera de jogo fixa — para “pegar todas as cenas do melhor ângulo possível”, segundo a desenvolvedora —, mini games contextuais e diversos combos.
Mas a última edição da E3 (Electronic Entertainment Expo) permitiu que se apurassem mais algumas características do retorno triunfal de Castlevania. Em particular, as novas habilidades de combate do mais recente membro do clã Belmont, o ressentido Gabriel.
As armas de Gabriel Belmont
Além do tradicional chicote, Gabriel lança mão de outras armas eventuais para levar a cabo sua vingança contra as forças das trevas. Você vai poder catar qualquer coisa deixada por um inimigo caído, como uma adaga — não muito efetiva contra inimigos maiores, mas bastante útil contra aquele tipinho genérico que surge aos montes.
Mas, além das armas propriamente ditas, também será possível agarrar o próprio inimigo para arremessá-lo ao chão em uma lustrosa animação. Basta pressionar o gatilho direito, esperar que alguns círculos carreguem em volta do personagem, e disparar o movimento. Bem, seja lá a forma que você decida utilizar para despachar um adversário, uma vez que ele esteja no chão, Gabriel ganhará pontos para gastar em novos ataques e habilidades adicionais.
Um quê de God of War
Embora a Mercury Steam relute em reconhecer, Lords of Shadow de fato utiliza uma matriz de combates bastante parecida com o que qualquer fã de God of War conhece há vários anos. A mesma jogabilidade simples e intuitiva, embora com algumas diferenças. Basicamente, você terá dois botões de ataque, forte e fraco, com diversas combinações possíveis — gerando uma série de combos, inclusive aéreos.
Também existem diversas manobras de defesa e evasão. Segurar o botão de bloqueio e direcionar Gabriel fará com que ele role, evitando o ataque. Entretanto, caso você tenha o timing apropriado, o negócio é pressionar o bloqueio no exato momento do ataque: isso vai disparar um oportuno contra-ataque.
Caso a coisa acabe ficando realmente feia, basta sair à cata de uma das estátuas que recarregam parcialmente a barra de saúde do protagonista — embora elas sejam particularmente raras na demonstração revelada durante a E3. Por fim, a câmera constantemente afixada em uma parte específica do cenário revela uma orientação cinematográfica também bastante familiar. Tanto GoW quanto Dante’s Inferno já fizeram uso desse recurso.
Cuidado com o cão demoníaco!
A demonstração da E3 também trouxe um imenso cão infernal, egresso ilustre da mitologia nórdica — são os chamados “wargs”. A besta surge mandando tudo pelos ares em um pequeno vilarejo, e a resistência dos aldeões parece completamente incapaz de segurá-la. Afinal, eles não têm um chicote... Mas você sim!
Entretanto, nada de utilizar os mesmos ataques simples e diretos que valiam para os inimigos maiores. A criatura só vai ao chão depois de uma série de combos e evasivas — alguns ataques são completamente indefensáveis. Bem, isso e — o que não poderia faltar — alguns mini games de contexto.
A demonstração também serviu para se ter uma ideia do nível de detalhamento gráfico que deve acompanhar a versão terminada do novo Castlevania. Quer dizer, caso a narrativa de Sir Patrick Stewart — sim, ele é oficialmente um cavaleiro — não seja suficiente para convencê-lo, os efeitos de chuva e as animações faciais talvez o façam, certo? De fato, LoS está bem bonito.
Castlevania: Lords of Shadow tem lançamento previsto para o terceiro trimestre deste ano. Aguarde novidades aqui no Baixaki Jogos. See ya!
The First Templar - XBOX 360
Durante a Electronic Entertainment Expo (E3) deste ano, foram reveladas informações sobre grandes promessas dos video games. Ainda assim, transbordaram detalhes interessantes a respeito de jogos pouco divulgados pela mídia. The First Templar foi apenas um dos vários títulos que despertaram a atenção dos jogadores mais receptivos.
Alguns críticos — como o pessoal do site GameSpot — tiveram a oportunidade de acompanhar de perto a propagação de dados essenciais referentes ao produto distribuído pela Kalypso Media. Ao que tudo indica, existe a possibilidade de que muitos gamers fiquem, no mínimo, intrigados com estas aventuras medievais.
Os Cavaleiros Templários e a heresia
Sim, senhor, o jogo se passa na Europa, justamente na “época negra” do continente. A história conta a ascensão dos Cavaleiros Templários na busca pelo Santo Graal. Como de praxe, está sempre presente a ameaça da Inquisição espanhola, oprimindo as pessoas na base do medo. Os europeus estão intimidados e muitos são executados por causa de atitudes “hereges”, segundo a sinistra facção.
O jogador veste a camisa de um cavaleiro francês que busca apenas a justiça com sua espada e seu escudo. Mas, se o gamer preferir participar da história ao lado de um amigo, sem problemas: ambas as versões do jogo terão suporte para um modo cooperativo online, sendo que a versão para Xbox 360 também suportará um modo local para até dois aventureiros (sim, sistema ativo de drop-in e drop-out).
O que importa é que, a todo o momento, o cavaleiro terá um companheiro, mesmo que este seja controlado pela inteligência artificial do game. Na realidade, uma companheira. Roland, o veterano — e cínico — mentor do personagem principal, auxilia seu pupilo a salvar uma mulher das garras da Inquisição no começo da trama. A expert em arco e flecha também age bem com adagas e espadas pequenas. Não se preocupe, pois a Kalypso relatou que Roland reaparece mais tarde... Em um papel bem diferente.
Uma saga e tanto
Ao que tudo indica, o enredo terá como base fatos reais da História. Ainda assim, seres fictícios deverão aparecer para diversificar um pouco a experiência. Mesmo sem o auxílio de poderes mágicos, o jogador terá a possibilidade de enfrentar monstros mutantes, semelhantes a humanos.
Uma das cenas apresentadas na E3 exibiu a dupla inicial de personagens (Roland e o cavaleiro francês) investigando uma vila aterrorizada por causa de um monstro nas redondezas. No moinho próximo, nada além de inquisidores raivosos, eliminados com combinações de investidas corpo a corpo.
Falando em ataques, é importante ressaltar que cada um dos personagens controlados possui habilidades especiais. Roland é capaz de agarrar e deixar um oponente desprotegido, o que é perfeito para o companheiro do mestre templário.
É por isso que existe a presença de ícones de energia na tela, preenchidos com a execução de golpes normais. A energia, obviamente, é gasta na realização de ataques poderosos, aprendidos por meio do gasto de pontos na árvore de habilidades. Enquanto certos ataques — como uma investida que derruba os inimigos à frente — custam apenas um ponto, outros demandam o uso de dois ou três pontos.
Imersão em um contexto chamativo
Na mesma demonstração experimentada pelos críticos do site GameSpot, foi possível acompanhar o cumprimento de uma missão secundária. Depois de eliminar um inquisidor e alguns cães treinados, o jogador liberta um monge que libera informações preciosas sobre o monstro da missão principal. O melhor é que o baú encontrado acarretou em uma nova habilidade de combate.
Surge uma clareira e tem início o ataque em conjunto contra a terrível criatura. Os relatos mostram que ainda há muito a ser trabalhado pelos desenvolvedores, mas o potencial do embate contra chefes com certeza vai despertar a atenção de muitos gamers.
The First Templar está previsto para chegar aos usuários das plataformas PC e Xbox 360 somente no ano que vem.
Alguns críticos — como o pessoal do site GameSpot — tiveram a oportunidade de acompanhar de perto a propagação de dados essenciais referentes ao produto distribuído pela Kalypso Media. Ao que tudo indica, existe a possibilidade de que muitos gamers fiquem, no mínimo, intrigados com estas aventuras medievais.
Os Cavaleiros Templários e a heresia
Sim, senhor, o jogo se passa na Europa, justamente na “época negra” do continente. A história conta a ascensão dos Cavaleiros Templários na busca pelo Santo Graal. Como de praxe, está sempre presente a ameaça da Inquisição espanhola, oprimindo as pessoas na base do medo. Os europeus estão intimidados e muitos são executados por causa de atitudes “hereges”, segundo a sinistra facção.
O jogador veste a camisa de um cavaleiro francês que busca apenas a justiça com sua espada e seu escudo. Mas, se o gamer preferir participar da história ao lado de um amigo, sem problemas: ambas as versões do jogo terão suporte para um modo cooperativo online, sendo que a versão para Xbox 360 também suportará um modo local para até dois aventureiros (sim, sistema ativo de drop-in e drop-out).
O que importa é que, a todo o momento, o cavaleiro terá um companheiro, mesmo que este seja controlado pela inteligência artificial do game. Na realidade, uma companheira. Roland, o veterano — e cínico — mentor do personagem principal, auxilia seu pupilo a salvar uma mulher das garras da Inquisição no começo da trama. A expert em arco e flecha também age bem com adagas e espadas pequenas. Não se preocupe, pois a Kalypso relatou que Roland reaparece mais tarde... Em um papel bem diferente.
Uma saga e tanto
Ao que tudo indica, o enredo terá como base fatos reais da História. Ainda assim, seres fictícios deverão aparecer para diversificar um pouco a experiência. Mesmo sem o auxílio de poderes mágicos, o jogador terá a possibilidade de enfrentar monstros mutantes, semelhantes a humanos.
Uma das cenas apresentadas na E3 exibiu a dupla inicial de personagens (Roland e o cavaleiro francês) investigando uma vila aterrorizada por causa de um monstro nas redondezas. No moinho próximo, nada além de inquisidores raivosos, eliminados com combinações de investidas corpo a corpo.
Falando em ataques, é importante ressaltar que cada um dos personagens controlados possui habilidades especiais. Roland é capaz de agarrar e deixar um oponente desprotegido, o que é perfeito para o companheiro do mestre templário.
É por isso que existe a presença de ícones de energia na tela, preenchidos com a execução de golpes normais. A energia, obviamente, é gasta na realização de ataques poderosos, aprendidos por meio do gasto de pontos na árvore de habilidades. Enquanto certos ataques — como uma investida que derruba os inimigos à frente — custam apenas um ponto, outros demandam o uso de dois ou três pontos.
Imersão em um contexto chamativo
Na mesma demonstração experimentada pelos críticos do site GameSpot, foi possível acompanhar o cumprimento de uma missão secundária. Depois de eliminar um inquisidor e alguns cães treinados, o jogador liberta um monge que libera informações preciosas sobre o monstro da missão principal. O melhor é que o baú encontrado acarretou em uma nova habilidade de combate.
Surge uma clareira e tem início o ataque em conjunto contra a terrível criatura. Os relatos mostram que ainda há muito a ser trabalhado pelos desenvolvedores, mas o potencial do embate contra chefes com certeza vai despertar a atenção de muitos gamers.
The First Templar está previsto para chegar aos usuários das plataformas PC e Xbox 360 somente no ano que vem.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Mais novidades
Se vcs acham que parou por aqui, estão enganados! Por favor mandem sugestões de jogos nos comentarios ai em baixo e agora vou introduzir (ui) mais uma parte (uui) no blog: Vou postar reviews e previews de jogos para Playstation 3, XBOX 360 E Nintendo Wii, em homenagem e parceria com um amigo meu que apela comigo pq eu falo que o wii dele é uma bosta.
Novidades
Essa coisa de cultura japonesa vai chegar uma hora que vai ficar um tédio, então, pra movimentar o blog e deixar ele mais legal, joguinho pra vocês =D
Mais Jogos do Mario no Click Jogos
Chega de ficar pulando em cima de tartaruga, desta vez o Mario veio para meter porrada em todo mundo. Passe pelos diversos níveis, eliminando todos os inimigos deste famoso personagem de uma maneira um pouco diferente.
Como jogar:
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Chega de ficar pulando em cima de tartaruga, desta vez o Mario veio para meter porrada em todo mundo. Passe pelos diversos níveis, eliminando todos os inimigos deste famoso personagem de uma maneira um pouco diferente.
Como jogar:
controlam o mario
ataca
quinta-feira, 1 de julho de 2010
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